Façam-me um favor
Roubaram-me o computador portátil. O toshibazinho. Mais do que censurar quem o roubou estou há cinco horas a insultar-me a mim mesmo: tinha lá trabalhos de centenas de páginas, fotos íntimas de sítios, situações e pessoas, músicas que dificilmente terei a oportunidade de voltar a reaver. Dava dois computadores novos melhores do que aquele a quem mo roubou só por ter a oportunidade de fazer uma cópia do disco. É impressionante a quantidade de vida que deixamos num chip. Façam um favor a vós mesmos: vão fazer uma cópia de segurança ao vosso disco.
