O Carinho é um Direito dos Trabalhadores!
| Estava eu no remanso do meu lar, num Sábado ou Domingo ao fim da tarde, quando vejo esta notícia na televisão: «Jogador X quer sair do seu clube porque não se sente acarinhado.» Confesso que pensei que tinha ouvido/visto mal: estava quase a adormecer e poderia ter confundido a notícia. Mas não. Lá estava a passar no rodapé (naqueles rodapés que deveríamos esconder dos nossos filhos se ainda temos uma réstia de esperença que eles venham a saber escrever em português) a dita cuja, confirmando que o que ouvira não tinha sido uma mistura de várias notícias. O mais caricato ainda foi a reacção do clube: emitiu um comunicado a dizer que nutria bastante carinho pelo jogador em questão. Não vou perder muito tempo a comentar a situação, porque, neste momento, estou a numa fila para preencher papéis para o desemprego depois de ter dito ao meu patrão o seguinte: - Sr. Y, eu não me sinto acarinhado nesta firma, e penso que dar carinho é um dos deveres do patrão e, consequentemente, quero sair!» Pensava eu que ele iria emitir um comunicado semelhante ao do clube do jogador, mas o sr. Y disse pura e simplesmente: "Tem toda a razão, Sr. Carlos: aqui você não está a ser acarinhado e, consequentemente, sugiro-lhe que se mude depressa!" Carlos Malmoro |

2 comentários:
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