Dia da mãe
Madrecita, não te ofereci nenhum cartão a dizer «Para a melhor mãe do mundo», nem um poster a dizer (como vi numa papelaria) «Para a mãe mais fixe do mundo». «Melhor» e «mais» são termos comparativos. E tu és única. Dei-te a tradicional rosa branca. Coloquei-a em cima do teu caixão. Espero que gostes.

9 comentários:
Me gusta tu blog, me gusta leer portugués. Estoy aprendiendo con tu blog.
Parece fácil cierto?
Yo estoy al otro lado del mundo, y es gracioso. Quisiera visitar algun día Portugal, o la República Checa... igual, no he ido a ninguno de los dos.
Y tú, has venido a las américas?
Pois bem vinda seja, trinity. O português é fácil. Para uma sul-americana, mais fácil se torna. Eu nunca fui às américas, mas está no meu plano de vida visitar assim que se proporcione.
Un saludo
Carlos
Achei este teu post lindo. E mais não digo porque fiquei sem palavras (só uma lágrimazita ao canto do olho!).
Beijos
Só nos restam gestos e palvras escritas quando mais não podemos fazer... Foi assim que nasceu o meu blogue.
Fica-nos a saudade e a certeza de que realmente cada Mãe é única, esteja aqui ou noutro lugar qualquer..
E apesar de tudo o que nos podem tirar, ninguém nos tira o privilégio de «serem nossas mães» para sempre!
Um abraço.
No meu caso não foi a minha mãe, foi o meu pai. Tal com cada mãe, cada Pai é único também. Bjs
O meu muitíssimo e sentido obrigado pelas palavras. Um abraço, Carlos Manuel Moreira Rodrigues
Um abraço também :)
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