01 maio 2006

Literatura de viagem

Do Encontro Internacional de Literatura de Viagem, realizado em Matosinhos, retive duas ideias. Uma de Álvaro Siza Vieira: «uma viagem bem organizada vale mais do que um período inteiro de aulas», uma formulação que o arquitecto sempre utilizou enquanto professor. Outra, de Francisco José Viegas, a criticar «os que conhecem a República Checa mas nunca foram a Fânzeres».
Gosto destes encontros literários onde se fala para o leitor comum, sem grandes teorizações literárias nem polémicas de capelinhas. Apenas o gosto de falar de livros, por gente que, fazendo da sua vida a escrita, sabe que a leitura é a melhor forma de escrever.
Carlos Malmoro

4 comentários:

Pitucha disse...

Gosto imenso de literaura de viagem.
Talvez porque gosto de livros e de viagem!
Conta mais.
P.S. Essa do FJV é comingo, decerto. Ja fui à China e nunca fui aos Açores. Shame on me!
Beijos

Leonor disse...

Mas se se preferir conhecer a República Checa a Fânzeres, qual é o problema? Há quem queira conhecer Fânzeres à República Checa e há pessoas como eu que querem conhecer o que lhes der na cabeça...

Anónimo disse...

No hablo portugués pero entiendo al leerlo. Los libros: es mejor gozarlos con una invasión de vida en los pulmones, que escudriñarlos y despedazarlos haciendo teorizaciones.
Aqui va un autor colombiano, Raul Gomez Jattin y su poema, ángeles clandestinos

Si las nubes no anticipan en sus formas la historia de los hombres
Si los colores del río no dibujan los designios del dios de las aguas
Si no remiendas con tus manos de astromelias, las comisuras de mi alma
Si mis amigos no son una legión de ángeles clandestinos
Qué será de mí.

Anónimo disse...

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