10 junho 2006

Mulland Drive

Ontem, 2:30 da manhã:
Uma curva apertada para a esquerda. A delimitá-la, e a servir de protecção, dez marcos de pedra, com cerca de cinquenta centímetros de altura. Do lado de fora da curva, o terreno sofre um declive. Ao lado direito, e ainda ao mesmo nível da estrada, uma casa. No declive duas casas: uma baixa, com as luzes acesas, outra toda branca, alta, mais alta que a casa que está ao nível da estrada. Foi a primeira vez na minha vida que passei naquela estrada. Paro e fico abismado. Quem me acompanha, pergunta o que se passa.

Há cerca de três meses, durante um sonho:
Uma curva apertada para a esquerda. A delimitá-la, e a servir de protecção, dez marcos de pedra, com cerca de cinquenta centímetros de altura. Do lado de fora da curva, o terreno sofre um declive. Ao lado direito, e ainda ao mesmo nível da estrada, uma casa. No declive duas casas: uma baixa, com as luzes acesas, outra toda branca, alta, mais alta que a casa que está ao nível da estrada. Conduzia rumo a um compromisso. Estava atrasado. Na curva, perco o controlo do carro, e embato contra uns marcos. Vou à casa que tem as luzes acesas e peço ajuda.
O resto da história – ou a explicação racional ou oculta – não interessam.
Carlos Malmoro

4 comentários:

Pitucha disse...

Aconteceu mesmo?
Impressionante!
Beijos

Carlos Malmoro disse...

É a mais pura das verdades.
Bjs

Maria Miriam disse...

É tão curioso como os “dejá vu”. E, sim, esses já me aconteceram mais que um vez.
Têm um pouco de mistério.
Bj

Carlos Malmoro disse...

Maria:
Só um «um pouco» de mistério?... Bjs