07 fevereiro 2008

Coisas da vida

Mão amiga ofereceu-me o CD de estreia dos Novembro, À Deriva. Quando mo entregou disse qualquer coisa como isto: assim, enquanto o ouves, não falas deles. Foi dito em termos irónicos e com uma boa gargalhada à mistura para não dar azo a uma possível interpretação de aborrecimento pelos meus elogiosos comentários ao grupo. Mas a mim não me enganam: é lógico que estava ali a ser dado um toque. Esta primeira parte do post é exactamente isso - a resposta à provocação: pois bem, estou a ouvir agora mesmo o CD e aqueles tipos são fantásticos, sabem compôr uma música, têm letras inspiradíssimas e duvido que as rádios portuguesas lhes passem cartão - são demasiado sofisticados para o estado geral de mediocridade que os discos que são editados em Portugal têm. Talvez daqui a dez anitos. Como pedi autorização para utilizar isto num post ao meu amigo, suponho que quando ele ler isto me vá pedir o CD de volta. Mas o que tu falaste, R, foi em falar enquanto ouvia, não em escrever enquanto ouvia. E agora, fora de brincadeiras, e para quem me lê: eu nem falo/escrevo assim tanto deles, pois não?...
Voz amiga, quer dizer como foi um mail penso que deverá utilizar-se também a forma de «mão amiga», ou não?, adiante, Voz/Mão amiga fez-me chegar uma mensagem em que dizia mais ou menos isto: tirando post's de economia, música e citações de outros bloggers ou escritores, tu agora só escreves sobre carros e de dois em dois meses. Para quando um texto a sério sobre a problemática do tunning? (smiley). Agora a sério, para quando um post sobre as tuas memórias, as tuas leituras, com aquela verve determinada de dizer tudo sem medo às palavras e nem às emoções, e que me fazia perguntar-te «que andas tu a fazer a estudar económicas?». Depois de pedir autorização à autora para utilizar publicamente o que privada e amistosamente escreveu, serve esta segunda parte do post para responder à altura: queres memórias? queres infância? queres boas recordações? Fica então com o senhor aí em baixo: só ele faz o pleno.

7 comentários:

Carlota disse...

Isto tem alguma coisa a ver com o início, nesta precisa data, do ano do rato?... ;)

Bom fim-de-semana, Carlos!

Pitucha disse...

Olha quem é ele! O Gigio. Mas, porquê em espanhol?
Beijos

Sinapse disse...

Ena! tantos posts de uma assentada! e já deste conta que um dos teus posts deu origem a uma corrente blogosférica? ;))

... e o saudoso Topo Gigio traz-me uma catadupa de recordações!

Maria Cardeal disse...

Esta coisa dos carros é "engraçada", mas faz com que as minhas visitas, por aqui, sejam do tipo relâmpago.
Agora o Topo Gigio!
Eu ainda sou do tempo em que esta estrela brilhava e os meus olhinhos colados à televisão também.
Qual Brad Pitt!

125_azul disse...

Passei vezes sem conta por aqui. Escrevi algures I miss you. E de repente, tanto para ler. Desejo que vás ao Millenium e digas aos senhores que conheceste aquele dos 12 milhões na primária: vais ver como te emprestam os 43.000 euros para o teu sonho...
Feliz regresso

Carlota disse...

Desafio-te, aqui.

Carlos Malmoro disse...

Carlota,
Na altua acho que nem sabia que era o ano de 2008, quanto mais...;)
Resposta ao desafio no weekend, ok?


Pitucha,
em espanhol porque me parece mais autêntica a interpretação.


Sinapse,
Responderei a essa corrente o mais brevemente possível.

Maria Cardeal,
Tenho de começar a postar sobre outros assuntos... Para fidelizar mais os meus leitores ;)

125_azul:
I miss you too. ;)

Beijocas para as caríssimas