14 fevereiro 2007
13 fevereiro 2007
O Primogénito
Carlos Malmoro
PS: Eu sei que é megalómano, mas isto passa rápido.
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12 fevereiro 2007
O homem que não gostava de ser sequestrado
«-Estou farto de brincadeiras, ok?...
-Que brincadeiras eram?
-Então, fui sequestrado, já duas vezes, já chega, não gosto de ser sequestrado, é uma coisa que me chateia, pá (...)» Almirante Pinheiro de Azevedo
pelo venerável «Arcebispo de Cantuária»
Carlos Malmoro
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Já que falamos de telemóveis...
Carlos Malmoro
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11 fevereiro 2007
Fachada, dizem eles; choque tecnológico, contrapomos nós
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09 fevereiro 2007
Arcade Fire: Rebellion (Lies)
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08 fevereiro 2007
Dr. House vs Dr. Jorge
Carlos Malmoro
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Quem aprendeu a andar de bicicleta
Carlos Malmoro
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07 fevereiro 2007
Deduções à colecta
Carlos Malmoro
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Uma outra grande pergunta
Carlos Malmoro
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06 fevereiro 2007
05 fevereiro 2007
O tempo passa
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04 fevereiro 2007
Do respeito
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31 janeiro 2007
Notas nas margens dos livros*
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29 janeiro 2007
Ele mete "dedos" a falar e democracias a funcionar
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Versão Beta
Carlos Malmoro
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28 janeiro 2007
Os computadores não são máquinas
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Pedido de calor a uma guitarra eléctrica distorcida
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22 janeiro 2007
Perseguir até ao fim achar o mar
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19 janeiro 2007
Literalmente
Carlos Malmoro
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18 janeiro 2007
Parece-me que o mês de Janeiro já devia ter acabado há 12 dias.
Carlos Malmoro
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16 janeiro 2007
Os textos e a sua construção
Ou seja, passa a existir um acontecimento de identificação. E esta identificação entre uma carta profissional e um poema, não tem um efeito banalizador sobre a tal obra de arte, afastando-a por efeito de menosprezo da sua qualidade. Promove uma aproximação entre o leitor e o poeta na medida exacta em que o último deixa de ser uma semi-divindade para o primeiro e passa a ser um homem comum. E, convenhamos, os homens preferem conviver com homens do que com deuses.
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15 janeiro 2007
Leonard Cohen
«Pergunto-me quanta gente nesta cidade
vive em quartos mobilados.
Tarde na noite quando olho os edifícios
juro que vejo um rosto em cada janela
olhando-me a mim,
e quando me volto
pergunto-me quantos regressam às suas mesas
e escrevem isto.»
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14 janeiro 2007
Homem, Dr.
Crónicas com verve. Uma escrita de fundo. Que precisa de tempo e espaço para viver.
Viver e escrever: a causa e a consequência. É o cronista que escreve com mais classe em Portugal. Escreve-nos de Moledo. Chama-se António Sousa Homem. Diz não ter «email», mas tem blogue. Tem a sabedoria da idade.

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13 janeiro 2007
Pensamento da Noite
Ansiedade controlada é desejo.
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12 janeiro 2007
As Sete Maravilhas de Portugal
Mais um concurso. Como é impossível votar nestas maravilhas, aqui ficam as minhas sugestões:






- Os Lusíadas: porque ainda hoje é o melhor auto-retrato de Portugal e dos portugueses;
- Livro do Desassossego: porque é o melhor blogue que alguma vez foi criado;
- Os Maias: porque vale por trinta anos de leituras de crónicas de jornal;
- Violino - Amadeo de Souza Cardoso: porque ainda se considera prematura uma obra com quase cem anos;
- Auto da Barca do Inferno: porque Woody Allen é um Gil Vicente do séc. XX/XXI;
- Verdes Anos - Carlos Paredes: porque o hino português deveria ser o instrumental que dá nome ao EP;
- Painéis de S. Vicente de Fora: porque antes de seis excelentes frescos, de seis excelentes representações ou de seis excelentes técnicas, é uma excelente ideia.
E estas maravilhas e não as outras, porque o melhor de Portugal não está no seu património arquitectónico mas no artístico.
[imagens: capas dos livros retiradas da loja online fnac.pt; capa do EP de Carlos Paredes, obtida por scanning; pintura "Violino", scanning meu do livro : Pintores Portugueses (Edições INAPA); Painéis S. Vicente de Fora, via sapo.pt.]
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11 janeiro 2007
Contra a TLEBS (ii)
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08 janeiro 2007
Citações no rodapé da minha agenda
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07 janeiro 2007
Parabéns
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05 janeiro 2007
GPS 2007
First we take Frisco, then we take Barcelona and Berlim*
Carlos Malmoro
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04 janeiro 2007
Citações no rodapé da minha agenda
«O mundo está cheio de pequenas alegrias: a arte da vida consiste em saber distingui-las» (Li Tai Po)
Variante pessoal:
Não há alegria nem tristeza. Há momentos alegres e momentos tristes. A arte da vida está em saborear os primeiros e ultrapassar os segundos.
Carlos Malmoro
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02 janeiro 2007
Micro Causa: Anti-Cheque Prenda [ou um sentido agradecimento a quem me presenteou]
Sou contra os cheques prendas por eles representarem a lei do menor esforço em dois sentidos: por um lado, a pessoa compra-os e pode ‘riscar-me’ da lista de prendas; depois porque é menos tempo que se gasta – e eu gosto que se gaste tempo comigo.
Por outro lado, sou também contra o cheque-prenda por eles serem sempre exclusivos ou de uma cadeia de lojas ou de um determinado centro comercial. Ou seja, o tempo que não gastaram comigo a procurar uma coisa que se adequasse, teria eu de gastá-lo numa loja que, provavelmente, até nem seria a da minha preferência. Se não compraram com receio de me ‘desapontar’, a escolha da loja poderia desapontar-me.
Finalmente, acho que a prenda tem de ser pessoal. E nisto sou ultra-conservador. E o cheque prenda é a coisinha mais impessoal que conheço. Porque se há uns anos era inconcebível oferecer um cheque prenda, o mesmo tipo de raciocínio leva-me a concluir que daqui a uns anos receberei um envelope com uma notinha de vinte euros lá dentro.
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01 janeiro 2007
Dez promessas para manter tudo na mesma em 2007
- Continuar a comer
- Continuar a beber
- Continuar a fumar
- Continuar a ler
- Continuar a escrever/'postar'
- Continuar a fazer aquilo que vocês tão bem sabem
- Continuar a sair / viajar
- Continuar a nadar
- Continuar a pastar
- Continuar a cuidar dos meus
A lista não está alinhada por ordem de prioridades. Daqui a 364 dias, balanço.
Carlos Malmoro
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O melhor de 2006
I'm Your Man (documentário)
Conclusão: sendo que três destes filmes já foram vistos em casa no DVD, resta-me fazer uma nota a mim mesmo a dizer: não esquecer nunca que este ano tenho de ir mais ao cinema.
Carlos Malmoro
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30 dezembro 2006
O melhor de 2006 (ii)
Vários - Banda Sonora do documentário dedicado a L. Cohen «I'm Your Man» (para quem é visita regular, sei que não é novidade a preferência...)
Bob Dylan - Modern Times
Morrissey – Ringleader of the Tormentors
Moonspell - Memorial
Muse - Black Holes And Revelations
Rodrigo Leão - O Mundo (1993 - 2006)
Placebo - Meds
Tom Waits - Orphans
Platnev - Tchaikovsky: 18 pieces for piano
Vários - Monsieur Gainsbourg Revisited (o único tipo que eu suportava ouvir na língua francesa, exactamente porque não cantava à francês...e porque tinha atitudes destas: )
Um excelente 2007.
Carlos Malmoro
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28 dezembro 2006
A Inveja é um sentimento muito...
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27 dezembro 2006
O melhor de 2006 (i)
em livros:
Shalimar, o Palhaço - Salman Rushdie
A Ronda da Noite - Agustina Bessa-Luís
Ontem não te vi em Babilónia - António Lobo Antunes
Cemitério de Pianos - José Luís Peixoto
Pequenas Memórias - José Saramago
Os Anéis de Saturno - W. G. Sebald
Correspondência a Três - Rilke, Pasternak, Tsvetsaieva
Um Herói Português: Henrique Paiva Couceiro - Vasco Pulido Valente
O Senhor Walser - Gonçalo M. Tavares
Conclusão: um bom ano de autores portugueses.
Carlos Malmoro
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26 dezembro 2006
Se
«Se és capaz de conservar o teu bom senso e a calma,
Quando os outros os perdem, e te acusam disso,
Se és capaz de confiar em ti, quando te ti duvidam
E, no entanto, perdoares que duvidem,
Se és capaz de esperar, sem perderes a esperança
E não caluniares os que te caluniam,
Se és capaz de sonhar, sem que o sonho te domine,
E pensar, sem reduzir o pensamento a vício,
Se és capaz de enfrentar o Triunfo e o Desastre,
Sem fazer distinção entre estes dois impostores,
Se és capaz de ouvir a verdade que disseste,
Transformada por canalhas em armadilhas aos tolos,
Se és capaz de ver destruído o ideal da vida inteira
E construí-lo outra vez com ferramentas gastas,
Se és capaz de arriscar todos os teus haveres
Num lance corajoso, alheio ao resultado,
E perder e começar de novo o teu caminho,
Sem que ouça um suspiro quem seguir ao teu lado,
Se és capaz de forçar os teus músculos e nervos
E fazê-los servir se já quase não servem,
Sustentando-te a ti, quando nada em ti resta,
A não ser a vontade que diz: Enfrenta!
Se és capaz de falar ao povo e ficar digno
Ou de passear com reis conservando-te o mesmo,
Se não pode abalar-te amigo ou inimigo
E não sofrem decepção os que contam contigo,
Se podes preencher todo minuto que passa
Com sessenta segundos de tarefa acertada,
Se assim fores, meu filho, a Terra será tua,
Será teu tudo que nela existe
E não receies que te o tomem,
Mas (ainda melhor que tudo isto)
Se assim fores, serás um HOMEM.»
Rudyard Kipling
R. Kipling enganou-se: onde está HOMEM, deverá ler-se 'deus'.
Carlos Malmoro
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24 dezembro 2006
Um blogue deveria ser um diário
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21 dezembro 2006
É tempo de entregar o piano às crianças
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20 dezembro 2006
19 dezembro 2006
Contra a TLEBS
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18 dezembro 2006
Tudo o que é bom
acaba depressa. Demais, acrescento.
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17 dezembro 2006
Não resisto
a transcrever o título de uma peça do Inimigo Público:
«Maria Cavaco Silva ao 'Blitz': "Kurto Sepultura"»
Carlos Malmoro
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14 dezembro 2006
Árvore
Assim poderia começar um qualquer romance místico, mas nada disso se trata. Apenas e tão só da figueira cá de casa que, parecendo ciente do mal que a afectava, começou a inclinar um dos ramos mais afastados em direcção ao solo, entrou dentro dele e, quando já toda ela estava fulminada, fez nascer uma nova árvore. Aliás, não uma nova árvore: a mesma, segundo me garantiu quem estuda destas coisas. E que eu pude confirmar através das comparações que ele fez sobre a morfologia dos troncos, inclinação dos ramos, entre outras coisas. Hoje, a segunda vida da mesma vida está maior e mais viçosa do que a primeira. E, perante um certo desencanto pelo quotidiano, esta estória de superação não me deixa menos pessimista mas, sem dúvida nenhuma, mais confortável.
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13 dezembro 2006
12 dezembro 2006
Imagética
Esta foi a mais deslumbrante noite que alguma vez vi: milhares de luas cadentes e uma estrela cheia no centro do céu.
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11 dezembro 2006
Frases Finais
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Para quem for um indefectível

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10 dezembro 2006
Noite de Gala
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08 dezembro 2006
Felix Natal
Pendurado na árvore de Natal, ao lado da máquina de tabaco, estava este upgrade da língua portuguesa:
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07 dezembro 2006
A diferença entre o vencedor Schumacher e o campeão Senna
[com um obrigado ao N. pelo mail]
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06 dezembro 2006
Agradecimento
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05 dezembro 2006
Prioridades
| Vento derruba árvores e iluminações de Natal Claro que as iluminações de Natal serão repostas amanhã. Quanto às árvores terão de esperar por melhores dias. Afinal, até estavam a estorvar. Carlos Malmoro |
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02 dezembro 2006
Apetites
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Para W.
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As I Sat Sadly by Her Side (act.)
At the window, through the glass / She stroked a kitten in her lap / And we watched the world as it fell past / Softly she spoke these words to me / And with brand new eyes, open wide /We pressed our faces to the glass / As I sat sadly by her side / She said, "Father, mother, sister, brother, / Uncle, aunt, nephew, niece, / Soldier, sailor, physician, labourer, / Actor, scientist, mechanic, priest / Earth and moon and sun and stars / Planets and comets with tails blazing / All are there forever falling / Falling lovely and amazing" / Then she smiled and turned to me / And waited for me to reply / Her hair was falling down her shoulders / As I sat sadly by her side (...) restante aqui
As letras de Nick Cave são menos poemas e mais pequenas histórias. Geniais pequenas histórias. Que pedem uma noite de chuva como esta, para serem escutadas enquanto estou não-tristemente sentado ao teu lado.
Carlos Malmoro
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29 novembro 2006
Se não acredito na perfeição,
Carlos Malmoro
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24 novembro 2006
O Meu Fanatismo
Carlos Malmoro
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Uma qualquer coisa
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15 novembro 2006
Auto Psico Grafia
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10 novembro 2006
Para algo completamente diferente
D. H. Lawrence , «O Amante de Lady Chatterley.»
Digamos…eu gosto dos romances de Lawrence: centram-se no conflito entre as convenções e o desejo mais primário, abordam a libertação da mulher das opressões que a sociedade inglesa do final do século XIX, ainda muito dada a «vitorianismos», lhe impunha, debruçam-se sobre o direito de cada ser humano à vida e ao amor e são excelentes frescos de denúncia social. Além disso, apreciei a poesia que já tive oportunidade de ler e fiquei agradavelmente surpreendido com a literatura de viagens expressa em «Sea and Sardinia» e «Mornings in Mexico». Agora gostaria que me explicassem onde é que encaixa o misterioso peso dos testículos nisto tudo.
Carlos Malmoro
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09 novembro 2006
Um blogue devia ser um diário (ii)
Carlos Malmoro
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07 novembro 2006
Um blogue devia ser um diário
Domingo, 10 da manhã:
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03 novembro 2006
Ao Cuidado da 'Vizinhança'
Eu, e exceptuando os baby-blogues nos termos em que aqui os critiquei, acho que os blogues devem ser exactamente aquilo que a pessoa quiser. Resta-nos, a quem os lê, escolhê-los. Porque no dia em que um blogue de política tiver de ser formatado à imagem do Abrupto, ou um de humor tiver obrigatoriamente como matriz o Gato Fedorento, eu deixo de escrever em blogues. Porque este é o espaço em que eu, depois de escrever o melhor texto alguma vez feito, posso escrever o pior dos textos. Sem fazer concessões, nem dar satisfações.
Vem isto a propósito da minha parca colocação de comentários em blogues vizinhos, e post’s escritos por aqui nos últimos dias. Avarias técnicas com o meu servidor de Internet [eu já nem lhe devia chamar de servidor, mas enfim, sou bondoso]; falta de tempo por causa do trabalhinho; e duas propostas: uma do André, para escrever no «Geração Rasca», que aceitei; outra de uma editora, que recusei, levaram a que o meu tempo disponível em frente a um computador ligado à rede fosse mais escasso do que a paciência que eu tenho para aturar conselhos de como um blogue deve ou não deve ser. Enfim, o que eu hoje vim aqui essencialmente dizer-vos é que estou com falta de tempo, mas quando puder escrevo uns posts e comento-vos a todos. Bem hajam pela paciência.
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25 outubro 2006
Do optimismo
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24 outubro 2006
Atrasadas Felicitações
Parabéns ao blogue que tem no leme uma grande milher.
Carlos Malmoro
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21 outubro 2006
Non Sense Bar
Carlos Malmoro
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19 outubro 2006
Nota Informativa
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18 outubro 2006
Comunicado da Gerência
Carlos Malmoro
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17 outubro 2006
Perspectiva (um pouco altiva)
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16 outubro 2006
Prémio
Carlos Malmoro
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13 outubro 2006
Burocracia Poética
Carlos Malmoro
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12 outubro 2006
Ponto da Situação
They think they know who I am...
Carlos Malmoro
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10 outubro 2006
09 outubro 2006
Há que assumi-lo com frontalidade:
Carlos Malmoro
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06 outubro 2006
Inspiração da Grelha da TVI
«Tenho um caderninho na casa de banho para apontar ideias.»
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Um contra Todos
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Quando eu pensava que uma
1) MAIS LEITORES:
«Quando a rubrica «Gosto Não Gosto» começou no DNA, houve logo leitores que se apressaram a tomar conta da ideia e transformaram as suas opiniões sobre este suplemento em listas de amores e desamores. Gostámos da «apropriação» e publicámos quase todas que nos chegaram. Depois a secção entrou na rotina do costume, e deixaram de chegar esses manifestos que nos fazem pensar e nos obrigam tantas vezes a mudar. Agora, repentinamente, eis de volta à caixa do correio cartas sob a forma de «Gosto Não Gosto». O editor dispensa a sua carta para mais uma destas formas de estar connosco, mesmo quando se critica e lamenta…Aí está, então, o que vai na alma de Carlos (…), de Ponte de Lima:»
«Gosto da escrita directa (Palavras a Cores) e mágica (As Sombras da Liberdade) da Sónia Morais Santos. Onde estão as Palavras a Cores? Não sei do que se pode não gostar na escrita de SMS. Gosto dos Editoriais melancólicos e chuvosos, que pedem «Murder Ballads», de Pedro Rolo Duarte. Não gosto que PRD se atormente com políticos e políticas – se eles dizem que «a guerra é importante demais para ser deixada nas mãos de militares», então a cultura é demasiadamente vital para ser discutida com e por políticos. Ou seja, por quem faz realmente a guerra. Não gosto nem desgosto dos textos da Camila Coelho por não terem gosto. Gosto das críticas de P. Mexia à «Novíssima» poesia. Não gosto que o PM tenha feito a crítica, no DNA, a um livro de José Mário Silva, por este último ser Editor-Adjunto do DNA, nem gosto quando o PM se perde – e perde-nos – em efabulações conceptualistas, e tem de escrever entre parêntesis se o que está a afirmar é um elogio ou uma crítica ao livro. Gosto do humor nas crónicas de Miguel Esteves Cardoso e de Carlos Quevedo, que escondem aquilo de que não gosto nas suas crónicas: amargura azeda e generalizações simplistas. Gosto das histórias de escritores de Nelson de Matos. Não gosto da litania «Coitadinhos Dos Editores Que Não Recebem Subsídios» de Nelson de Matos. Gosto dos textos de Eduardo Barroso que falam de homens que salvam homens. Não gosto de textos políticos no «Sem Receita». Gosto do ritmo dos textos de José Mário Silva. Não gosto de certos textos de JMS que mostram a insuportável arrogância de uma pretensa superioridade intelectual. Já vos disse que gosto da escrita adulta da Sónia Morais Santos, mas é só para o texto ter estrutura circular. Gosto do gosto do DNA.»
Dito isto e para terminar, lembro aqueles dois versos de T.S. Elliot que diziam que o fim do mundo não chegará num big-bang mas num moroso e contínuo desvanecimento (cito de cor). Também em Portugal assim o é: isto não acabará num qualquer sobressalto. Antes num agonizar lento e entediante da vontade de lutar por um país melhor. Basta olhar para as escolhas que temos ao nosso dispor em vinte de Fevereiro.»
Carta publicada na Grande Reportagem, há aproximadamente três anos
Sem qualquer juízo de valor para com a necessidade e legitimidade que levou – e leva – uns e outros a tomarem tal opção de vida, é assaz preocupante que numa sociedade tecnológica, do conhecimento científico e da informação, e num país que padece de tantas carências a estes níveis, os melhores cientistas, investigadores e académicos tenham de procurar oportunidades no estrangeiro. Por que razão não o conseguem em Portugal?
Mas temos de compreender quem toma esta decisão, quase sempre com bastante sofrimento a nível pessoal e familiar. Se nos anos 60 e 70 fugia-se da miséria e da fome, hoje, quem emigra, procura evitar a estagnação das suas carreiras, uma vez que as universidades e centros tecnológicos portugueses não conseguem, nem de perto nem de longe, competir com os meios dos congéneres franceses, britânicos ou norte-americanos. (Em tempo: no OE para 2004, as verbas para Ciência e Tecnologia diminuem 3,8%.Para quem prometeu um forte investimento em ID&T, estamos conversados…)
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Dos espelhos
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Pensamento do Dia
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29 setembro 2006
Canção
Silfos ou gnomos tocam?...
Roçam nos pinheirais
Sombras e bafos leves
De ritmos musicais.
Ondulam como em voltas
De estradas não sei onde
Ou como alguém que entre árvores
Ora se mostra ora se esconde.
Forma longínqua e incerta
Do que eu nunca terei...
Mal ouço e quase choro.
Por que choro não sei.
Tão ténue melodia
Que mal sei se ela existe
Ou se é só o crepúsculo,
Os pinhais e eu estar triste.
Mas cessa, como uma brisa
Esquece a forma aos seus ais;
E agora não há mais música
Do que a dos pinheirais.
Fernando Pessoa
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21 setembro 2006
À Vossa Consideração
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Menos dez por cento
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Dia Mundial da Doença de Alzheimer
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Confissão
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19 setembro 2006
Ir para velho
Carlos Malmoro
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A verdadeira tese
No início existia o Criacionismo que advogava que Deus era o criador do mundo. Depois foi a vez do Evolucionismo, defendido por Darwin no seu tratado «A Evolução das Espécies», um título que só por si já diz tudo, tal e qual o «Snakes on a Plane». Muito se escreveu, debateu e lutou pela apologia quer de uma quer de outra tese. Há porém uma outra teoria, muito pouco divulgada, e pela qual eu desde já me constituo como fiel adepto e defensor: o Simismo, aclarado por Clarice Lispector nessa esplêndida abertura do romance que dá pelo nome de «A Hora da Estrela»:
«Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. (...)»
Carlos Malmoro
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18 setembro 2006
Computadores, esses bicharocos estranhos
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Gosto de prosas
Esta do politicamente correcto é a forma politicamente correcta de os medrosos viverem de cócoras gritando para o mundo que estão de pé, nos bicos, mesmo e ai de quem se atrever a dizer que o rei vai nu
absolutas, sem margens para grandes comentários, apenas deixando espaço para uma leve vénia.
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17 setembro 2006
Da fama e do proveito
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15 setembro 2006
Por aqui

o que se ouve:

Susanna & the Magical Orchestra (podem ouvir aí ao lado carregando duas vezes no play)
O que se vê:

O que se pretende ler:

O que se pretende ouvir:

Banda Sonora do Documentário I'm Your Man
O que se pretende ver:
O que se pretende escrever:

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14 setembro 2006
Modos de Vida (ix)
Carlos Malmoro
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13 setembro 2006
Decorar
Sempre tive muita dificuldade em decorar. Ou os saberes me eram explicados, ou então, primeiro que entrassem nesta cabeça dura, era necessário que a mesma fosse cirurgicamente «aberta» e despejados para dentro os seus conteúdos. Assim, foi-me mais simples perceber que dois mais dois eram quatro, quando me foi demonstrado que duas laranjas mais duas laranjas são quatro laranjas. Ainda se tornou mais simples quando descobri, através de equações, que quatro menos dois resultava em dois.
Porém, se é relativamente fácil em ciências exactas haver uma demonstração, já nas línguas a coisa pia mais fino. Existem regras e, depois, cada regra tinha a sua excepção. Ora eu, com notas globalmente boas nas línguas, tentava fugir das excepções como o diabo da cruz (isto hoje está muito religioso). É que essas tinham de ser decoradas. Porque eram essas, invariavelmente, que surgiam nos exames. Dito de forma a perceberem a injustiça: as regras aplicavam-se em milhares de situações, as excepções em duas ou três, mas essas é que, para aqueles masoquistas, eram imprescindíveis aos alunos dominar.
Assim, e sem outras possibilidades de recurso, comecei por analisar o porquê de apenas a letra «p» e «b» serem antecedidas da letra «m», enquanto as restantes consoantes da letra «n». Cheguei a esta fantástica conclusão: ao dizer as letras «p», «b» e «m» os lábios tocam um no outro. Em nenhuma outra letra isso acontece. Eu sei que isso deve ter um nome em fonética. Não sei qual é, mas também não me importa saber: é que tenho a certeza que teria de o decorar.
Outra situação: por que razão estas formas verbais se escrevem de forma diferente: «decorasse» e «decora-se». Porque são dois tempos distintos do verbo «decorar».Até aí j´´a eu descobrira. Mas o que me ‘atormentava’ era saber quando tinha de escrever uma ou outra. Mais um esquema - malandro, diga-se em abono da verdade - encontrado: colocava a frase no negativo: «não decorasse» e «não se decora». Assim que o «se» saltava para trás do verbo, já sabia que a forma correcta de o escrever era «com tracinho».
Um último exemplo: os acentos. Era prática usual nos testes de português colocar vinte palavras, daquelas que nunca eu tinha ouvido na vida, e pedir «Coloque, de forma correcta, os acentos nas palavras.» Para esse caso, desenvolvi um sistema que me punha muitas vezes a fazer uma figura um pouco ridícula, mesmo de urso, nos dias de teste. Consistia em «chamar a palavra». Assim, e imaginando que a palavra a acentuar era «hermeneutica», e não pensem que a dificuldade do exemplo anda muito longe do que era exigido, dizia para mim mesmo, e como se estivesse a chamar alguém que tivesse o azar dos pais lhe terem dado esse nome «ó hermenêutica». A sílaba que se chama com mais força, é a sílaba a acentuar. Muito rebuscado, mas eficaz.
O mais importante destes esquemas não era, na altura, a sua eficácia comprovada pelas notas. Era conseguir menos marranço e principalmente menos decoranço. E isso resultava em mais tempo a fazer coisas realmente úteis: levantar saias a meninas, jogar ao bem me quer mal me quer, à bola e, para terminar com uma palavra que acabando em «s» não é plural, uma excepção que não foi necessário decorar, jogar ao guelas.
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Carlos Malmoro
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E um novo Homem nasceu
Neste momento, não sou ninguém. Assim dita o prazo de validade do Bilhete de Identidade. Não pertenço a nenhum país, não nasci em nenhuma cidade, não tenho nome, altura ou idade. Não tenho pais, residência, estado civil ou assinatura. Melhor de tudo: não tenho número identificativo. Sou, portanto, um selvagem. E não é que estou a gostar?
Carlos Malmoro
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Um retrato possível de Portugal
Há um mês fechou a maternidade de Barcelos. Há um ano foi inaugurado um novo estádio do Gil Vicente, comparticipado em 35% por dinheiros públicos. Se ambos dão prejuízo, penso que seria de bom senso manter aquela valência que garantia uma saúde pública de proximidade. Assim não decidiram as pessoas inteligentes. Concedo que se possa chamar ao raciocínio acima descrito de maniqueísta, no limite, de intelectualmente desonesto. A quem tenha veleidades de o fazer, desde já o convido a visitar as infra-estruturas desportivas destinadas ao desporto escolar, onde reina a ferrugem, onde as balizas ainda não foram fixadas ao chão, tornando-as em potenciais assassinas (recordam-se?), e onde os pavilhões multi-usos carecem de tanta atenção como o ego do Presidente do Gil Vicente. Carlos Malmoro |
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02 setembro 2006
Pastar II
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Carlos Malmoro
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01 setembro 2006
Pastar
Abrimos essa miragem e, na página quatro dedicada ao correio dos leitores, a Sandra, em boa hora, dá-nos a saber que o grupo «Aztros» já lançou o seu segundo álbum, que se intitula “Raios de Tempestade». A reter.
Por outro lado, a Rita indigna-se porque a TVI continua com o programa «Fiel ou Infiel». Segundo ela, o programa não tem qualidade. Ritinha, deixa-me dizer-te uma coisa: a mira técnica da TVI tem mais qualidade do que todos os seus programas juntos. Sim, “Morangos” incluídos.
Finalmente, a Carta do Mês, de um conterrâneo homónimo, ganhou um livro e passo-a a transcrever na íntegra (pode ser penoso ler a carta em toda a sua extensão, mas desde cedo aprendi que uma obra-prima não deve ser sintetizada).
«Furacão em Palco – Assistir a um espectáculo da Adelaide Ferreira é ter a confirmação daquilo que é escrito a seu respeito: é um tornado. – Carlos Sousa – Ponte de Lima.»
A secção «História de Capa» desvenda-nos que a Beatriz vai ser assassinada. Duas perguntas: então sabe-se e ninguém faz nada?; Beatriz, como é que se sente sabendo que não tem mais do que sete dias de vida? (esta última com o alto patrocínio da escola de jornalismo TVI).
Finalmente, o momento mais alto da revista. Aquele que tornou este momento no mais frutífero «pastar» que eu alguma vez realizei. Não, não foi Deus quem a descobriu. E não, não foi nenhum filósofo que a alcançou. E não, também não foi nenhum historiador, vidente, cientista ou alienígena que a deslindou. Pois acabo de saber que quem descobriu a Verdade foi a Isilda. Zizi, para os amigos.
Carlos Malmoro
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Carlos Malmoro
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Arquétipo
É uma maçada.
Sem dúvida, minha senhora: uma chatice.
Carlos Malmoro
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