Arte Contemporânea na Casa de Banho
Carlos Malmoro
Pertenço a um género de portugueses / Que depois de estar a Índia descoberta / Ficaram sem trabalho. Opiário - Álvaro de Campos carlos.malmoro@gmail.com
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:35
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:03
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:32
3
pontos de vista
Fernando Ruas incita a "correr fiscais à pedrada".
É o que acontece depois de se assistir a jogos tipo Portugal-Holanda.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:24
2
pontos de vista
Carlos Malmoro
PS: Nos próximos quinze dias, o índice de postagens é capaz de descer. Para além deste, só tenho o computador do trabalho. E esse serve para isso mesmo: para trabalhar. (tão ajuizadinho que eu sou...)
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:44
2
pontos de vista
In two more years, my sweetheart, we will see another view
such longing for the past for such completion
What was once golden has now turned a shade of grey
I've become crueler in your presence
They say: 'be brave, there's a right way and a wrong way'
This pain won't last for ever, this pain won't last for ever
Two more years, there's only two more years
Two more years, there's only two more years
Two more years so hold on
You've cried enough this lifetime, my beloved polar bear
Tears to fill a sea to drown a beacon
To start anew all over, remove those scars from your arms
To start anew all over more enlightened
I know, my love, this is not the only story you can tell
This pain won't last for ever, this pain won't last for ever
Two more years (...)
We cover our lies with handshakes and smiles
We try to remember our alibis
We tell lies to our parents he hide in their rooms
We bury our secrets in the garden
Of course we could never make this love last
I said of course we could never make this love last
The only love we know is love for ourselves
We bury our secrets in the garden
Bloc Party - Two More Years
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:11
0
pontos de vista
A nitidez é inimiga da imaginação.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:46
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:03
6
pontos de vista
No Domingo, pelo fim da tarde, decidimos acabar com o que restava do fim-de-semana na praia. E qual não foi o espanto quando reparámos que não se encontrava vivalma na dita. Uma praia pública tornada privada. Apercebemo-nos depois que era por causa do futebol. Consequência: sábado, lá estaremos de novo. É que isto de uma pessoa sentir-se dono de praias tem o seu quê de glamour…E, claro, é viciante.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:53
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:57
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:04
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:10
3
pontos de vista
Não repisar na lembrança do que passou nem insistir na perspectiva do que virá.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:41
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:59
4
pontos de vista
A palavra é de prata, o silêncio é de ouro, a poesia é humana.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:51
4
pontos de vista
AAR vence.
Carlos
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:18
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:10
7
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:13
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:11
2
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
16:26
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:18
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:41
3
pontos de vista
I call you by your name
I know not where you are
But somehow, somewhere, sometime soon
Upon this wild abandoned star
And I'm full of love
And I'm full of wonder
And I'm full of love
And I'm falling under
Your spell
Nick Cave - Spell
Posted by
Carlos Malmoro
at
05:05
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:12
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:59
8
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:30
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:09
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:45
8
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:44
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:34
4
pontos de vista
(Dincas, África)
No tempo em que deus criou todas as coisas,
criou o sol,
e o sol nasce, e morre, e volta a nascer;
criou a lua,
e a lua nasce, e morre, e volta a nascer;
criou as estrelas,
e as estrelas nascem, e morrem, e voltam a nascer;
criou o homem,
e o homem nasce, e morre, e não volta a nascer.
(Magias – versões de Herberto Helder)
Posted by
Carlos Malmoro
at
13:32
2
pontos de vista
Por vezes, não dizer o que se pretendia dizer é a melhor maneira de dizer o que não se disse.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:21
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
13:13
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:30
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
17:59
5
pontos de vista
So when the birds fly south
We'll reach up and hold their tails
Pull up and out of here
And bridle the autumn gales
I give you my hand
The fingers unfold
To have and forever hold
To marry the untold blisses
And anchor this lost soul
Patrick Wolf - Tneigmouth - Wind in the Wires
Posted by
Carlos Malmoro
at
09:53
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
12:20
2
pontos de vista
by Pitucha, na caixa de comentários deste post.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
12:10
1 pontos de vista
Por que estranhos e ínvios caminhos se metem a memória e o raciocínio para, de um momento para o outro, o pensamento saltar do jantar de sábado para a letra da música Camouflage, uma canção que não devo ouvir há 15-20 anos? Gostava que alguém me explicasse isto. Cientificamente, claro está.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:33
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:21
3
pontos de vista
«(…)eu tenho adoração pelas crianças. O meu grande sonho desde sempre é ter uma espécie de herdade com um espaço enorme onde pudesse recolher todas as crianças de rua, maltratadas, desprezadas por este ciclo vicioso e por estes adultos que já foram crianças e que, infelizmente, esqueceram o que é ter sonhos e a alma carregada de esperança. Nesse sítio, daria às crianças tudo o que necessitavam: médicos, assistentes sociais, psiquiatras, psicólogos, pedagogos, educadores e eu para lhes dar tudo de mim. Porque sei que até o puto mais rebelde, mais "selvagem" se for bem orientado, no futuro tornar-se-á um exemplo de homem e que contribuirá para o bem da sociedade.(...)
Haverá algo mais mágico do que acordar, abrir a janela para a vida e saber que tudo o que fazemos é o mais correcto, o mais acertado e sem exigir nada em troca? Não há, mesmo quando me dizem que sonho muito ou que sozinha não posso mudar o mundo. Mas sei que se tivesse muito dinheiro ou alguém que depositasse total confiança em mim, que uma diferença começava a partir do momento em que tivesse nos braços uma criança de rua e todas as condições necessárias.
Lembro-me de aos 18 anos, já em P., numa aula, um professor perguntar o que queríamos da vida. Enquanto muitos ou quase todos diziam que queriam casas, carros, marido ou mulher, etc, a tonta da F. disse o que acabei de escrever e de o professor ficar de boca aberta a olhar para mim. É claro que também fui alvo de chacota por parte de alguns colegas:"Estás armada em Madre Teresa? Preocupa-te mas é contigo." Mas não consigo.
Em miúda a minha mãe ia aos arames comigo quando aparecia em casa à hora do almoço com colegas sem avisar, por saber que não tinham quase nada para comer, fora as vezes que gastava dinheiro para lhes dar coisas. Sempre fui assim e também não quero mudar. Daí estar na profissão indicada, por estar em contacto diário com todo o tipo de crianças. E enquanto não puder ter o que mais quero, dedico-me a quem tenho à minha frente.
Antes de ser professora, sou pessoa e não me envergonho de ter feito o que já fiz, de ter levado pequenos-almoços a alunos, de os ter aos fins-de-semana em minha casa, de deixar de dar aulas para os ouvir, de rir e chorar com eles e de saber que deposito muita esperança nos adultos de alguns irão ser. Tenho perfeita noção que ao ter estas atitudes, estou a ir contra as grandes pedagogias educacionais mas não me vejo apenas como alguém que despeja a matéria aos alunos, mesmo sendo olhada de lado por colegas. Mas sinto-me tão preenchida que tudo o que possam dizer, é-me indiferente. »
Isto é um excerto de um mail que me foi enviado pela minha amiga F., professora em Coimbra e Leiria. Ela vai começar a ser avaliada pelos pais dos alunos. Os mesmos pais que permitem que as crianças tenham necessidades básicas, que não a conseguem dialogar com os filhos, (senão a F. não necessitaria de os escutar e de rir e de chorar com eles.) Que avaliação é que F. irá ter por parte destes pais que não olham com um mínimo de dignidade, nem dão a mais elementar atenção aos seus próprios filhos?
Carlos Malmoro
PS: Orgulho-me de ser amigo e da pessoa que F. é. E só desejo que os meus filhos sejam educados por professores como a F.
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:14
1 pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
23:29
7
pontos de vista
«Gebo: A felicidade na vida é não acontecer nada
Sofia: É o hábito?
Gebo: Talvez seja o hábito. É a gente fazer sempre o mesmo trabalho e dizer sempre as mesmas palavras.
Sofia: Como a chuva. E não cismar.»
«João: Antes morrer que viver sepultado.»
«Gebo: O dinheiro nunca se perdoa.»
«Sofia – Temos vivido aqui tantos anos e nenhum de nós se conhece. Durante o tempo todo que passou, houver um ser interior que se criou e que nenhum de nós suspeitava. Um ser que me mete medo e atrai.»
Raul Brandão – O Gebo e a Sombra – Teatro
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:26
1 pontos de vista
Herberto Helder / Helder Herberto / Herder Bertohel / Berder Hertohel / Toder Herberel / Herhel Bertoder / Berhel Hertoder / Tohel Herberder / Helherber Toder / Derherber Tohel / Derberto Herhel / Derberhel Herto / Helder Herberto / Herberto Helder.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:22
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:46
7
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:42
7
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
05:20
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
05:08
5
pontos de vista
Tanto aprecio as beatas da Igreja como as beatas da Razão.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
07:56
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
07:53
0
pontos de vista
...a paciência para as pessoas que solenemente afirmam que «o que eu tenho a dizer, digo na cara», para as que orgulhosamente declaram que «eu digo o que penso» ou para as que certificam que são muito directas.
Normalmente, estas expressões vêm antecedidas de um juízo que já revela tudo o que há para explicar. Exemplo: «Carlos, isso é um absurdo.» Ok. Já entendi a ideia. Agora, por favor, expliquem lá muito bem explicadinho qual é a necessidade de acrescentar: «Tu sabes que o que tenho a dizer, digo na cara».
Por outro lado, essa frontalidade só costuma funcionar num sentido. Assim, se for um juízo negativo, lá vem procedido pelo habitual «eu digo o que penso». Mas se me disserem «Carlos, foste brilhante», nunca aparece o lamiré do «Já sabes, mesmo que magoe, eu sou frontal.» Para além disso, tenho para mim que uma pessoa que passa a vida a afiançar um aspecto do seu carácter demonstra uma de duas coisas: ou falta desse traço do carácter, pura e simples, ou então uma grande insegurança em relação à sua personalidade. E também isso contribui para a falta de paciência que ando a ter com essa gente.
Para finalizar, gostava apenas que não me interpretassem mal: não aprecio a hipocrisia, nem tenho uma indelével admiração por pessoas apócrifas. Mas também não tenho muita paciência para os histerismos da frontalidade. Tanto mais que a vida já me ensinou que essa frontalidade é fértil em revelar-se como a mais hipócrita.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:50
2
pontos de vista
aqui que eu não estava bem aqui.
| You Belong in Dublin |
![]() Friendly and down to earth, you want to enjoy Europe without snobbery or pretensions. You're the perfect person to go wild on a pub crawl... or enjoy a quiet bike ride through the old part of town. |
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:21
4
pontos de vista
«Homossexuais continuam sem poder dar sangue»
Mas quem vai todos os dias às meninas pode.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:57
2
pontos de vista
(autobiografia)
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:05
0
pontos de vista
When a man lies he murders
Some part of the world
These are the pale deaths which
Men miscall their lives
All this i cannot bear
To witness any longer
Cannot the kingdom of salvation
Take me home
Cliff Burton - To Live is To Die
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:54
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:32
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:19
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
02:56
0
pontos de vista
Toda a gente que não é saudosista, nas quais me incluo, tem de ter uma boa dose de saudade. Assim, tenho saudades do sr. Manuel fazer a conta dos meus chocolates com o lápis que tinha atrás da orelha. Tenho saudades da minha mãe chamar por mim para o lanche – primeiro, por Carlos, depois por Carlos Manuel, finalmente, já em desespero de causa, pelo nome completo. Tenho saudades de defender um penalti marcado pelo matulão da escola. Tenho saudades de comer o meu «Dedo» da Olá. Tenho saudades de ver os desenhos animados enquanto lanchava. Tenho saudades de fazer o TPC na hora de iniciar a aula.
Tenho saudades de, contrariando a minha natureza tímida, levantar-me em frente da turma toda e perguntar à senhora professora porque é que a Sandra, minha colega de carteira e de coração, não passava para a terceira classe como eu. E, perante a resposta de que ela não estaria preparada para o fazer, ter oferecido os meus préstimos para a ajudar a ensiná-la melhor. Recebi um sorriso como resposta.
Tenho saudades do meu saco de berlindes. Tenho saudades de jogar ao «Mata». Tenho saudades de responder à minha mãe que as boas notas que tirava podiam muito bem aparecer sem estudar. Tenho saudades de construir um carrinho de rolamentos para depois o desfazer – a ele e a mim – na primeira descida. Tenho saudades de ir de mão dada com a minha mãe para a escola. Tenho saudades de não ter completado as minhas colecções de cromos dos recordes do Guiness (faltava o homem com as unhas mais compridas) e das estrelas de música (faltava a Olivia Newton-John).
Tenho saudades de me declarar com um bilhetinho a dizer «Gosto de ti. E tu, gostas de mim? Sim_ Não_». Tenho saudades de ter três meses de férias. Tenho saudades de Magoito, Praia Grande, Ericeira, Praia das Maças, Azenhas, de Sintra. Tenho saudades da minha bicla de ciclista com 10 mudanças. Tenho saudades de tomar banho à meia-noite completamente nu na praia de Magoito com o resto da pandilha. Tenho saudades do bolo de bolacha da minha mãe. Tenho saudades das minhas turmas da primária. Tenho saudades de aprender pelas emissões da tele-escola. Tenho saudades de nadar no rio. Tenho saudades de ir aos caracóis. Tenho saudades de não ter computador. Tenho saudades de ler «Os cinco» e de perguntar à minha mãe como é que se podia comer tanto num só lanche.
Tenho saudades de subir a uma árvore. Tenho saudades de ir à chinchada. Tenho saudades do Pão-por-Deus. Tenho saudades de ir com a minha mãe, pelo Natal, ao circo no Coliseu. Tenho saudades do Austin do meu pai. Tenho saudades de ouvir os discos da Comandita «Hey Vicky Hey / Levanta bem a vela» e de cantarolar: «D'artacão D'artacão / e os três moscãoteiros longe vão chegar», e de tentar construir uma casa numa árvore como o Tom Sawyer. Tenho saudades dos desfechos alternativos que a minha mãe arranjava para as histórias clássicas infantis.
Tenho saudades de ir com uma namorada fumar para a cave da casa. Tenho saudades de receber postais ilustrados de todo o mundo (fazia colecção). Tenho saudades de andar à pêra, tenho saudades dos «Rambo's», da «Força Delta» e d' «Os Deuses Devem Estar Loucos». Tenho saudades de ver a série Verão Azul e de assobiar a canção do genérico. Tenho saudades de não pensar nas respostas que dava nem nas perguntas que fazia.
Tenho saudades disto tudo. Saudades que não saudades. São antes pequenas memórias. Saudades, muitas e dolorosas, são as que tenho de uma senhora que, se hoje fosse viva, completaria sessenta anos. Como viveste, vives e viverás sempre em mim, aqui ficam os meus parabéns, madrecita.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
02:06
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
15:08
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:48
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:31
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
18:21
1 pontos de vista
Ele estava certo que só havia incerteza.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:17
0
pontos de vista
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
08:23
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:54
2
pontos de vista
Crida DECO:
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:49
3
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
21:06
3
pontos de vista
- Tu tens de mudar.
Três semanas depois, disse-lhe:
- Estás diferente. Que te aconteceu?
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:09
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:54
4
pontos de vista
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:54
4
pontos de vista
Grande coisa: nós nem precisamos de olhar para rosto delas.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:52
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:11
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:56
1 pontos de vista
Comercializar um Livro de Reclamações para as relações.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:05
6
pontos de vista
- Sou importante para ti?
- Sim, como uma inesquecível canção. Mas sem letra.
- Um instrumental?...
- Exacto, como um instrumental: dá para seres assobiado, não dá para seres cantado.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:50
1 pontos de vista
Dizia ele:
«Eu sou aquilo que não sou.»
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:45
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:27
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:47
9
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:34
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:06
1 pontos de vista
Supermercado habitual, secção de laticínios, 18 e 48, do dia 07 de Maio de 2006. Olho para a montra de iogurtes e entro em pânico: trocaram os lugares todos. E para me deixarem mais confuso (sim, que aquilo foi feito propositadamente para me torturar o tédio de domingo à tarde), colocaram os iogurtes divididos por tipo. E há de todo o tipo. A saber: pois temos os de pedaços, os dietéticos, a perdição dos bífidos e a tentação dos naturais, os pronto-a- beber líquidos, os queijinhos, os de crescimento e, para finalizar, as sobremesas. Mas onde é que param os iogurtes normais? Sim, aqueles que toda a gente come - com aroma. Ora vem aí uma assistente. Vamos inquiri-la: - Boa tarde. Pode indicar-me onde estão os iogurtes de aroma? - Boa tarde. O mostrador de iogurtes está dividido por secções para que se torne mais fácil encontrar o produto pretendido. Depois de ouvir esta resposta decorada na formação, - sim, que ninguém que eu conheça me dá uma resposta destas -, inquiro de novo: - Sim, já reparei. Mas não existe nenhum separador para os iogurtes de aroma. Estão juntos com que os de que tipo? - Nós aqui pretendemos organizar as diversas qualidades de iogurte por tipos, para que seja mais fácil e cómodo ao cliente escolher o que quer. De certeza que o senhor não os encontrará misturados com outros. Pois...«mais fácil e cómodo»...Outra resposta decorada... Começo a perder a paciência. - Desculpe, mas eu não vejo nenhum separador para «Aromas». Pode indicar-me onde estão? Ela olha... - Sim, não tem o separador de aroma, mas de certeza que os encontrará no refrigerador. - Misturados com que tipo? - Tenho a certeza que não estão misturados. Estão numa secção autónoma. Boa tarde e boas compras. Olha, despachou-me... - ...ah...boa tarde. Lá encontrei os de aroma. Misturados com as sobremesas. Pensando melhor, e trocado por miúdos, o que a tipa realmente me disse foi: - Procure melhor. Nós aqui não nos enganamos. E eu tenho mais que fazer. E existe lá coisinha mais irritante do que ser mal educada educadamente? Vaca. Carlos Malmoro |
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:46
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:37
8
pontos de vista
>
Já há por aí muito alarido em relação a esta notícia. Que não senhor, que não pode ser. Que isto é desvirtuar o coração de Portugal. Que a alma daquela região vai ficar irremediavelmente perdida, enfim, o coro de protestos useiro e costumeiro do politicamente correcto.
Porém, a verdade é esta: uma pessoa afasta-se 80kms da costa e vê um país completamente ao abandono. É tudo muito bonito, as nossas vilas, com as suas remotas tradições, os rebanhos de cabras, os trajes, os cantares, as paisagens de perder de vista, etc, etc,. Mas depois, fecham-se maternidades por falta de casais jovens; os polos universitários e politécnicos idem, fazendo com que os estudantes e os quadros médios e superiores se desloquem para o litoral; as empresas fecham ou deslocalizam por falta de acessos e por falta de um clima empresarial onde possam estabelecer negócios de proximidade, enfim, cria-se um deserto autêntico a nível socio-económico que não permite a ninguém sonhar com um futuro para si e para os seus. Finalmente, o Poder Central nunca olha condignamente - e este condignamente significa exactamente com dignidade, e não com condescendência - para os problemas e necessidades destas pessoas.
E agora está tudo muito chocado porque uma senhora autarca, que, diga-se sem cerimónias, tem-os no sítio, apercebeu-se que o seu concelho, daqui a uma ou duas décadas, não estaria mais no mapa, e mandou chamar pessoas que quisessem fazer a sua vida e a vida de Vila de Rei. Se a senhora procedeu bem ou mal, existe uma coisa em Portugal que se chama democracia e que serve exactamente para julgar isso. Mas será sempre a população de Vila do Rei, e não a de Lisboa ou a do Porto, a fazer esse julgamento.
Para finalizar, a minha opinião: prefiro uma Vila de Rei com sotaque a uma Vila de Rei deserta.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:32
7
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:21
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:40
4
pontos de vista
Um erro de deus. Um desperdício da natureza.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:37
3
pontos de vista
(silogismo insidioso)
O conhecimento dá-nos poder. O poder corrompe. Conhecemos para ser corruptos?
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:40
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
18:39
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
18:14
1 pontos de vista