Modos de vida (vi)
Carlos Malmoro
Pertenço a um género de portugueses / Que depois de estar a Índia descoberta / Ficaram sem trabalho. Opiário - Álvaro de Campos carlos.malmoro@gmail.com
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:04
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:36
13
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:32
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:39
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:20
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:08
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:32
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:02
7
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:58
9
pontos de vista
...no Médio Oriente:
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:20
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:53
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:47
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
17:30
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:18
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:03
0
pontos de vista
Hoje, Sepultura; amanhã, D. Giovanni. Aceitas?
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:40
0
pontos de vista

Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:24
6
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
08:54
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:59
6
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
01:58
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:50
8
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
16:13
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
09:32
2
pontos de vista
Where do I take this pain of mine?
I run, but it stays right by my side
So tear me open, pour me out
There's things inside that scream and shout
And the pain still hates me
So hold me until it sleeps
Just like the curse, just like the stray
You feed it once and now it stays
Now it stays
(...)
So tell me why you've chosen me
Don't want your grip,
don't want your greed
Don't want it
I'll tear me open, make you gone
No more can you hurt anyone
And the fear still shakes me
So hold me until it sleeps
(...)
James Hetfield - Metallica - Until It Sleeps
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:48
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:24
5
pontos de vista
A vida dele, de tão des-interessante, dava um blogue.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
19:22
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:01
6
pontos de vista
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:56
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:14
3
pontos de vista
No meu primeiro texto de inglês, a professora pediu-me uma composição em que dissesse três coisas que gostaria de ser «quando fosse grande».As minhas respostas foram:
I pretend to be a guitar player;
I pretend to be a football player;
I pretend to be a computer engineer.
Na altura, eu pensava que «pretend» significava «pretendo», – o menino Carlitos já sabia que toda a turma ia responder «Eu quero…», e ele fazia questão em sair-se com uns brilharetes. Ora, como muito bem sabemos, «To Pretend» significa «Fingir». A professora deu-me um 10, pela composição estar bem escrita, mas que não me podia dar mais nota por causa desse lapso.
Hoje, se a encontrasse, pedia revisão de nota: é que, para mal de quem já me ouviu a tocar guitarra, de quem já me viu jogar futebol ou de quem já colocou os respectivos computadores nas minhas mãos, eu já fui/fingi ser tudo aquilo que escrevi.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:11
4
pontos de vista
«- Que inscrição quer que coloque na sua sepultura?
- Por favor, não pise a relva.»
In Livro do Humor Negro
Carlos Malmoro
PS: Cinquenta post's depois, terminaram as Perspectivas. Começam os «Modos de Vida». Que também são perspectivas, mas mais perenes.
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:04
2
pontos de vista
Há cada vez mais romances a assemelharem-se a extensas notícias de jornal.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:01
0
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
12:59
4
pontos de vista

My blog is worth $0.00.
How much is your blog worth?
Posted by
Carlos Malmoro
at
12:45
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
11:55
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:57
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:11
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:26
6
pontos de vista
Eu sei e sinto que a família gosta de mim, e que me conforta e que está sempre presente. Eu sei e sinto que P. deseja-me, e que me leva onde nenhuma outra pessoa me consegue levar, e que me bebe as palavras e os sentidos. Eu sei e sinto que os meus amigos me compreendem na minha imperfeição, e que estão completamente disponíveis para aquele desabafo, e que me fazem rir com um simples olhar. Eu sei que sei e sinto tudo isto, e sei que tudo isto é o melhor que tenho na vida. Então, porquê esta vontade de mudar?
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:23
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:40
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
07:50
6
pontos de vista
com um obrigado a N. pelo mail
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:20
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:22
7
pontos de vista
«Deixem ver o Portugal que não deixam ver!» (Álvaro de Campos)
Começa a faltar a paciência para tanto negativismo e bota-abaixo. Não penso que tenhamos um país exemplar, mas também é leviano afirmar que os portugueses são, na sua maioria, estereótipos de concorrentes de reality-shows, imagens reflectidas dos intervenientes em telenovelas ou protótipos de personagens contidas nos jornais tablóides, como teimam afirmar muitos cronistas da nossa praça, num massacre quotidiano à nossa auto-estima. Se assim fosse, que dizer dos holandeses que inventaram o conceito de reality-show – vulgo, tele-esgoto –, dos norte-americanos que são espectadores do Jerry Springer ou do Howard Stern?, dos ingleses que consomem diariamente três milhões e meio de exemplares do jornalismo de sarjeta do The Sun, enquanto os jornais de referência da Velha Albion raramente superam o milhão de cópias vendidas?
A maioria dos portugueses, por aquilo que deles conheço, apenas deseja viver os seus dias tranquilamente, amar a família e os amigos, realizar as tarefas do dia-a-dia, não perder a esperança, acreditar no sonho, …enfim, viver uma vida com horizontes abertos. Sei que também existem os outros. Porém, penso ser de uma injustiça gritante meter tudo no mesmo saco.
Sonho com o dia em que os cronistas da nossa praça, quando deduzem que algum português famoso actuou de forma menos correcta, não generalizem imediatamente ao resto da população. E muito menos com as já gastas expressões "chapa cinco": «é o típico português», «é o país que temos» ou «é isto que somos». Mas sei que os caracteres disponibilizados pelas redacções são sempre escassos e, convenhamos, no país da 'apagada e vil tristeza' dizer mal ocupa sempre menos espaço do que dizer bem: recorre-se ao Eça ou à supramencionada citação de Camões e está feita a defesa do arrazoado.
Carlos Malmoro
PS: Este post de índole positiva não está em nada relacionado com quaisquer veleidades da equipa portuguesa no Mundial - já estava em «rascunho» há três semanas.
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:51
3
pontos de vista
...de navegar na web. Dizem eles. Descubra novos problemas em navegar na web. Digo eu.
Foto retirada daqui. Um outro queixoso.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:28
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:09
6
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
21:39
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:24
2
pontos de vista
«O braço que falta ao mendigo é aquele que o sustenta.»
Manuel António Pina
Posted by
Carlos Malmoro
at
13:53
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:03
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:35
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:03
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:32
3
pontos de vista
Fernando Ruas incita a "correr fiscais à pedrada".
É o que acontece depois de se assistir a jogos tipo Portugal-Holanda.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:24
2
pontos de vista
Carlos Malmoro
PS: Nos próximos quinze dias, o índice de postagens é capaz de descer. Para além deste, só tenho o computador do trabalho. E esse serve para isso mesmo: para trabalhar. (tão ajuizadinho que eu sou...)
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:44
2
pontos de vista
In two more years, my sweetheart, we will see another view
such longing for the past for such completion
What was once golden has now turned a shade of grey
I've become crueler in your presence
They say: 'be brave, there's a right way and a wrong way'
This pain won't last for ever, this pain won't last for ever
Two more years, there's only two more years
Two more years, there's only two more years
Two more years so hold on
You've cried enough this lifetime, my beloved polar bear
Tears to fill a sea to drown a beacon
To start anew all over, remove those scars from your arms
To start anew all over more enlightened
I know, my love, this is not the only story you can tell
This pain won't last for ever, this pain won't last for ever
Two more years (...)
We cover our lies with handshakes and smiles
We try to remember our alibis
We tell lies to our parents he hide in their rooms
We bury our secrets in the garden
Of course we could never make this love last
I said of course we could never make this love last
The only love we know is love for ourselves
We bury our secrets in the garden
Bloc Party - Two More Years
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:11
0
pontos de vista
A nitidez é inimiga da imaginação.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:46
1 pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:03
6
pontos de vista
No Domingo, pelo fim da tarde, decidimos acabar com o que restava do fim-de-semana na praia. E qual não foi o espanto quando reparámos que não se encontrava vivalma na dita. Uma praia pública tornada privada. Apercebemo-nos depois que era por causa do futebol. Consequência: sábado, lá estaremos de novo. É que isto de uma pessoa sentir-se dono de praias tem o seu quê de glamour…E, claro, é viciante.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:53
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:57
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:04
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:10
3
pontos de vista
Não repisar na lembrança do que passou nem insistir na perspectiva do que virá.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:41
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:59
4
pontos de vista
A palavra é de prata, o silêncio é de ouro, a poesia é humana.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
22:51
4
pontos de vista
AAR vence.
Carlos
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:18
5
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:10
7
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:13
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
20:11
2
pontos de vista

Posted by
Carlos Malmoro
at
16:26
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
21:18
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:41
3
pontos de vista
I call you by your name
I know not where you are
But somehow, somewhere, sometime soon
Upon this wild abandoned star
And I'm full of love
And I'm full of wonder
And I'm full of love
And I'm falling under
Your spell
Nick Cave - Spell
Posted by
Carlos Malmoro
at
05:05
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
04:12
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
03:59
8
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:30
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:09
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
01:45
8
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:44
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
14:34
4
pontos de vista
(Dincas, África)
No tempo em que deus criou todas as coisas,
criou o sol,
e o sol nasce, e morre, e volta a nascer;
criou a lua,
e a lua nasce, e morre, e volta a nascer;
criou as estrelas,
e as estrelas nascem, e morrem, e voltam a nascer;
criou o homem,
e o homem nasce, e morre, e não volta a nascer.
(Magias – versões de Herberto Helder)
Posted by
Carlos Malmoro
at
13:32
2
pontos de vista
Por vezes, não dizer o que se pretendia dizer é a melhor maneira de dizer o que não se disse.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:21
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
13:13
3
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
23:30
0
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
17:59
5
pontos de vista
So when the birds fly south
We'll reach up and hold their tails
Pull up and out of here
And bridle the autumn gales
I give you my hand
The fingers unfold
To have and forever hold
To marry the untold blisses
And anchor this lost soul
Patrick Wolf - Tneigmouth - Wind in the Wires
Posted by
Carlos Malmoro
at
09:53
2
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
12:20
2
pontos de vista
by Pitucha, na caixa de comentários deste post.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
12:10
1 pontos de vista
Por que estranhos e ínvios caminhos se metem a memória e o raciocínio para, de um momento para o outro, o pensamento saltar do jantar de sábado para a letra da música Camouflage, uma canção que não devo ouvir há 15-20 anos? Gostava que alguém me explicasse isto. Cientificamente, claro está.
Carlos Malmoro
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:33
4
pontos de vista
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:21
3
pontos de vista
«(…)eu tenho adoração pelas crianças. O meu grande sonho desde sempre é ter uma espécie de herdade com um espaço enorme onde pudesse recolher todas as crianças de rua, maltratadas, desprezadas por este ciclo vicioso e por estes adultos que já foram crianças e que, infelizmente, esqueceram o que é ter sonhos e a alma carregada de esperança. Nesse sítio, daria às crianças tudo o que necessitavam: médicos, assistentes sociais, psiquiatras, psicólogos, pedagogos, educadores e eu para lhes dar tudo de mim. Porque sei que até o puto mais rebelde, mais "selvagem" se for bem orientado, no futuro tornar-se-á um exemplo de homem e que contribuirá para o bem da sociedade.(...)
Haverá algo mais mágico do que acordar, abrir a janela para a vida e saber que tudo o que fazemos é o mais correcto, o mais acertado e sem exigir nada em troca? Não há, mesmo quando me dizem que sonho muito ou que sozinha não posso mudar o mundo. Mas sei que se tivesse muito dinheiro ou alguém que depositasse total confiança em mim, que uma diferença começava a partir do momento em que tivesse nos braços uma criança de rua e todas as condições necessárias.
Lembro-me de aos 18 anos, já em P., numa aula, um professor perguntar o que queríamos da vida. Enquanto muitos ou quase todos diziam que queriam casas, carros, marido ou mulher, etc, a tonta da F. disse o que acabei de escrever e de o professor ficar de boca aberta a olhar para mim. É claro que também fui alvo de chacota por parte de alguns colegas:"Estás armada em Madre Teresa? Preocupa-te mas é contigo." Mas não consigo.
Em miúda a minha mãe ia aos arames comigo quando aparecia em casa à hora do almoço com colegas sem avisar, por saber que não tinham quase nada para comer, fora as vezes que gastava dinheiro para lhes dar coisas. Sempre fui assim e também não quero mudar. Daí estar na profissão indicada, por estar em contacto diário com todo o tipo de crianças. E enquanto não puder ter o que mais quero, dedico-me a quem tenho à minha frente.
Antes de ser professora, sou pessoa e não me envergonho de ter feito o que já fiz, de ter levado pequenos-almoços a alunos, de os ter aos fins-de-semana em minha casa, de deixar de dar aulas para os ouvir, de rir e chorar com eles e de saber que deposito muita esperança nos adultos de alguns irão ser. Tenho perfeita noção que ao ter estas atitudes, estou a ir contra as grandes pedagogias educacionais mas não me vejo apenas como alguém que despeja a matéria aos alunos, mesmo sendo olhada de lado por colegas. Mas sinto-me tão preenchida que tudo o que possam dizer, é-me indiferente. »
Isto é um excerto de um mail que me foi enviado pela minha amiga F., professora em Coimbra e Leiria. Ela vai começar a ser avaliada pelos pais dos alunos. Os mesmos pais que permitem que as crianças tenham necessidades básicas, que não a conseguem dialogar com os filhos, (senão a F. não necessitaria de os escutar e de rir e de chorar com eles.) Que avaliação é que F. irá ter por parte destes pais que não olham com um mínimo de dignidade, nem dão a mais elementar atenção aos seus próprios filhos?
Carlos Malmoro
PS: Orgulho-me de ser amigo e da pessoa que F. é. E só desejo que os meus filhos sejam educados por professores como a F.
Posted by
Carlos Malmoro
at
00:14
1 pontos de vista